Santa Catarina tem uma relação comercial e de investimento com o Japão mais forte do que muita gente imagina. Um exemplo direto é a participação da Mitsui, um dos grandes conglomerados japoneses, como acionista relevante em projetos como a SCGÁS, distribuidora de gás natural do estado.
Além da Mitsui
Outros grandes grupos japoneses com atuação no Brasil, como Mitsubishi, Sumitomo, Itochu, Marubeni e Nippon, participam de eventos e negócios ligados a Santa Catarina. Em Joinville, cidade vizinha ao Vale do Itapocu, essa presença aparece de forma ainda mais direta, com empresas como a Nidec Global Appliance (que adquiriu a Embraco), a NSK e a Satake, todas de origem ou capital japonês.
Já em Jaraguá do Sul e no Vale do Itapocu, a presença japonesa aparece mais por meio de parcerias comerciais e tecnológicas de empresas locais como WEG, Duas Rodas, Malwee e Marisol, e de participações societárias como a da Mitsui na SCGÁS.
O que isso significa na prática
Para quem constrói carreira na região, entender esse cenário ajuda a enxergar o japonês não como um idioma "exótico", mas como uma ferramenta com aplicação concreta em negociação, engenharia, comércio exterior e relacionamento institucional.
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