Quando se fala em idioma estrangeiro relevante para o mercado de trabalho, o inglês costuma vir primeiro à cabeça. Mas em Jaraguá do Sul, principal centro industrial do Vale do Itapocu, existe uma camada extra de oportunidade: empresas de grande porte como WEG, Duas Rodas, Malwee e Marisol mantêm relações comerciais e tecnológicas com o Japão, e a região tem participação de capital japonês em projetos locais, como a Mitsui na SCGÁS.
Isso não significa que toda vaga vai pedir japonês. Mas significa que, entre dois candidatos com currículo parecido, quem tem esse idioma se diferencia na hora de lidar com fornecedores, parceiros técnicos ou processos que envolvem empresas ou investidores japoneses.
Onde o japonês pesa na prática
- Comércio exterior e compras: negociação com fornecedores e leitura de documentação técnica.
- Engenharia e manutenção: manuais e especificações de equipamentos de origem japonesa.
- Relacionamento institucional: reuniões e visitas de parceiros e investidores japoneses.
Diferente do inglês, que tem uma oferta ampla de cursos na região, japonês é um idioma raro de encontrar como curso estruturado em Jaraguá do Sul. Isso também é parte do diferencial: quem aprende sai na frente de uma concorrência bem menor.
O Japonês Particular da FUTURA é uma aula individual, sem turma fixa, com plano de ensino sob medida para o seu objetivo.
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