Jaraguá do Sul concentra o maior parque industrial do Vale do Itapocu, com empresas que exportam e importam equipamentos, insumos e tecnologia. Esse tipo de operação sustenta um setor de comércio exterior relevante na cidade: departamentos de importação, exportação, logística internacional e negociação com fornecedores estrangeiros.
Onde o japonês entra nessa engrenagem
Empresas locais de grande porte, como WEG, Duas Rodas, Malwee e Marisol, mantêm relações comerciais e tecnológicas com o Japão. Somado a isso, há participação de capital japonês em projetos da região, como a Mitsui na SCGÁS. Profissionais de comércio exterior que falam japonês conseguem negociar direto com fornecedores e parceiros japoneses, sem depender de intermediação ou tradução, o que agiliza processos e reduz ruído de comunicação.
Mesmo quem já domina inglês, considerado básico nessa área, pode se diferenciar bastante adicionando o japonês ao perfil profissional.
Funções que mais se beneficiam do japonês
Dentro de um departamento de comércio exterior, algumas funções específicas tendem a lidar mais diretamente com fornecedores e parceiros japoneses: analistas de importação que negociam prazos e especificações técnicas, profissionais de logística que acompanham embarques e documentação, e engenheiros ou técnicos que precisam interpretar manuais e normas de equipamentos importados do Japão.
Nessas funções, esperar por um intérprete ou por uma tradução formal a cada troca de e-mail ou reunião cria atraso e ruído. Quem consegue se comunicar diretamente, mesmo que de forma básica, resolve mais rápido e constrói uma relação de confiança mais direta com o parceiro japonês.
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